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Saúde - Segunda-feira, 13 de Março de 2023

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MARÇO AMARELO

Estima-se que, em todo o mundo, a endometriose afete cerca de 200 milhões de mulheres em todo o mundo, sendo mais de 7 milhões somente no Brasil. Trata-se de uma doença comum e benigna. Para conscientizar a população da importância do diagnóstico para con


MARÇO AMARELO

MARÇO AMARELO

Estima-se que, em todo o mundo, a endometriose afete cerca de 200 milhões de mulheres em todo o mundo, sendo mais de 7 milhões somente no Brasil. Trata-se de uma doença comum e benigna. Para conscientizar a população da importância do diagnóstico para controle dos sintomas, a campanha Março Amarelo amplia o debate sobre o tema.

A endometriose é uma afecção (uma modificação no funcionamento normal do organismo) inflamatória provocada por células do endométrio que, em vez de serem expelidas, migram no sentido oposto e caem nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a multiplicar-se e a sangrar.

Endometriose profunda é a forma mais grave da doença. As causas ainda não estão bem estabelecidas. Uma das hipóteses é que parte do sangue reflua através das tubas uterinas durante a menstruação e se deposite em outros órgãos. Outra hipótese é que a causa seja genética e esteja relacionada com possíveis deficiências do sistema imunológico.

Dentre os sintomas da endometriose estão: dor pélvica crônica, dor ao urinar ou evacuar, dor durante a relação sexual e uma razão comum para a infertilidade.

Não há causa conhecida de endometriose. Da mesma forma, também não há cura para a endometriose, mas existem tratamentos que podem ajudar a aliviar os sintomas. O diagnóstico precoce é vital, pois em casos graves, com a demora pelo tratamento, a paciente pode ter obstruções intestinais, pulmões bloqueados e até danos a órgãos à medida que as lesões no abdômen e pelve se expandem.

O exame ginecológico clínico é o primeiro passo para o diagnóstico, que pode ser confirmado pelos seguintes exames laboratoriais e de imagem: visualização das lesões por laparoscopia, ultrassom endovaginal, ressonância magnética e um exame de sangue chamado marcador tumoral CA-125, que se altera nos casos mais avançados da doença. O diagnóstico de certeza, porém, depende de uma biópsia.

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